Bobina de Boost de PFC

L = Vin² × (Vout − Vin) / (Vout × ΔI × f × Pout)

Calculadora

Resultado

Fórmula

L = Vin² × (Vout − Vin) / (Vout × ΔI × f_sw × Pout)

Descrição

A correção ativa do fator de potência usa um conversor boost operado em modo de condução contínua para moldar a forma de onda da corrente de entrada de modo a seguir a tensão de entrada, atingindo um fator de potência próximo da unidade. A bobina de PFC é o componente crítico que determina a magnitude da corrente de ondulação. A ondulação de pior caso ocorre no pico da tensão de entrada (ou a ciclos de trabalho específicos, consoante a topologia). Esta fórmula dá a indutância necessária para limitar a ondulação de corrente máxima a ΔI. A PFC é obrigatória para fontes de alimentação acima de 75 W de acordo com a IEC 61000-3-2.

Variáveis

  • V_in — Tensão de entrada RMS (V)
  • V_out — Tensão de saída de PFC, tipicamente 380-400 V (V)
  • ΔI — Corrente de ondulação máxima admissível (A)
  • f — Frequência de comutação (Hz)
  • P_out — Potência de saída (W)

Notas Práticas

Valores típicos: entrada de 230 V, saída de 400 V, comutação a 65 kHz, ondulação de 20% dá L ≈ 200-600 µH para fontes de 100-1000 W. A bobina tem de suportar a corrente de pico (√2 × Iin_rms + ΔI/2) sem saturar. Usam-se tipicamente núcleos de ferro em pó ou de ferrite com entreferro. A perda no núcleo é significativa devido à envolvente de corrente a 100/120 Hz e tem de ser cuidadosamente avaliada.